NOVA ETAPA
Iniciaremos mais uma etapa em nossos estudos da Escola Bíblica Dinâmica da PIBATEF neste ano de 2011. A partir de agora direcionaremos nosso olhar sobre o Novo Testamento. Estudaremos sobre a estrutura, autorias, contextos históricos, destinatários e outros aspectos interessantes que certamente nos trarão momentos de crescimento no conhecimento de nosso DEUS, a quem rendemos honras e glórias eternas.
HAVENDO Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho,
A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo.
Hebreus 1:1-2
JESUS é o cumprimento das profecias que estudamos em nosso primeiro momento de EBD quando fizemos uma análise sintética do Velho Testamento. Agora, vamos perceber ainda mais as ações do nosso DEUS conduzindo a história de seu povo, enquanto mergulhamos nos estudos da Nova Aliança feita por intermédio do sangue sacrificial de JESUS, a quem o autor de Hebreus afirma ser o porta-voz por excelência, o único digno de ser ao mesmo tempo, profeta, sacerdote e sacrifício. Ao amado Senhor JESUS seja glória e louvor eterno.
OS EVANGELHOS
“Evangelion” esta era a expressão grega utilizada quando se falava do surgimento de um novo soberano no mundo. Daí a palavra “Evangelho” ter sua significância, uma vez que trata do nascimento do homem-Deus que mudou a história humana dividindo as eras em antes e depois do seu nascimento.
Havia no início da era cristã, quatro grupos representativos do povo: os judeus, os romanos, os gregos e a Igreja.
Assim, cada evangelista escreveu para um destes grupos, visando a melhor compreensão do que era exposto. Deste ponto de vista busca-se esclarecer a razão de quatro escritos.
Mateus focaliza os judeus (mundo religioso), apresentando-lhes JESUS como o Messias, sabendo que a expectativa da chegada do libertador de Israel era fato presente na vida judaica.
Lucas intenta fazer com que os gregos (mundo intelectual), povo mais erudito e atento ás novas filosofias, percebessem JESUS como o ideal de homem perfeito.
Marcos coloca o Senhor JESUS na posição de conquistador poderoso (mundo político) e servo leal, o que aspirava e inspirava os ideais de um cidadão romano.
Para a Igreja, de maneira mais abrangente, João apresenta JESUS e o Espírito Santo como divinos (mundo em geral). Sua mensagem é mais profunda em termos do suprimento das necessidades dos cristãos de todas as nações.
Desta forma, os quatro evangelhos narram acerca do mesmo homem, expondo em parte os mesmos fatos, porém com algumas diferenças.
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